domingo, 26 de abril de 2009

El Topo

As vezes parece que eu sentei na almofada de pum do mundo.

Nada contra chistes, mas eu realmente enchi o meu saco. Pior que Deus tem umas piadas que só ele entende.

Então o que nos resta? Evitar o gancho.

Nunca dê o gancho pra Deus terminar a piada.

Nunca façar perguntas do genero "Isso não termina nunca?" ou "Isso pode piorar?". Pareça indiferente e invencível porque, se você pedir "penico", ele vai lhe virar um com toda a merda do mundo na sua cabeça.

Eu tenho um professor no Senac que pensa que é Deus e ele tem um senso de humor igual. Tentando entender o que se passa naquela cabecinha de ovo eu cheguei à uma conclusão fomentada numa verdade universal sem um histórico de exceções.

Todo aspirante a cineasta que se fode, ou vira crítico especializado ou vira professor de semiótica.  Encoste no ego delas pra você ver.

E cá estou eu, escrevendo sobre Alejandro Jodorowski e divagando sobre as alegorias da construção américa latina em paralelo a ascenção de governos autóritários durante os anos 70 e de como esses elementos se aplicam fisicamente na composição das sequencias de seus filmes. Faltando 3 semanas pra entregar uma versão definitiva do projeto do curso para apreciação.

Nada contra o assunto. Mas realmente não é o momento. Pior que o Jodorwski às vezes tem uma retórica que só ele entende.

Fique sóbrio com uma dessas.

2 comentários:

Francisco disse...

Putz, a almofada de pum é foda mesmo... Ainda pra mais porque a flatulência do mundo é incessante, implacável e fedida! Mas faz-se o que se pode e apesar de tudo, tal como com os puns, muitas vezes acaba proporcionando uma boa risada.

Ah, e muitos pontos extra pela inclusão de uma tirinha do Dahmer!!!

Anônimo disse...

Comeremos menos comida mexicana, japonesa, bahiana, portuguesa. Será um bom começo para combater os gases.

E professor de semiótica não, por favor. O mundo já é ruim o bastante com eles...