E até aí nada de novo.
Ontem eu reparei que desde que voltei a fumar (isso depois de um intervalo forçado de 5 anos) eu estava fumando 2 maços a cada dis. Estava acabando com os analgésicos, comendo em intervalos regulares aquela comidinha irregular e bebendo sozinho dentro de casa.
Então chamei o Edu pra beber comigo fora de casa.
Mais tarde iria rolar um cover do Tom Waits na Augusta e combinamos de quebrar uma gelada antes da apresentação. O que foi deveras apropriado levando em conta que eu tive a semana mais Rain Dogs da minha vida. É como disseram ainda no colégio - "Se vai se foder, se foda ao som de um blues".
Ontem eu reparei que desde que voltei a fumar (isso depois de um intervalo forçado de 5 anos) eu estava fumando 2 maços a cada dis. Estava acabando com os analgésicos, comendo em intervalos regulares aquela comidinha irregular e bebendo sozinho dentro de casa.
Então chamei o Edu pra beber comigo fora de casa.
Mais tarde iria rolar um cover do Tom Waits na Augusta e combinamos de quebrar uma gelada antes da apresentação. O que foi deveras apropriado levando em conta que eu tive a semana mais Rain Dogs da minha vida. É como disseram ainda no colégio - "Se vai se foder, se foda ao som de um blues".
Combinamos em um boteco de nome Bahia (Não resisti à piada), mas acabamos trocando pelo The Pub (Não resisti à trilha sonora do Bahia). E abertos os trabalhos, eis que surge a Lili e com a Lili por alí fomos, entre as Guinness, futebol, Império dos Sentidos, Puppini Sisters, amores possíveis, o aumento do cigarro, as mudanças e os biscoitos.
Eu gosto por demais de conversar com a Lili.
Carol se juntou a nós pouco antes de entrar no StudioSP. Foi a primeira vez que tivemos a chance de conversar e mais uma vez me impressionou como o Edu atrai pessoas agradáveis. Lá dentro a Dani e a Luiza já bebericavam alguma coisa numa mesa. Mais Skol, Magic Numbers, papos de mulher, interâmbio de cigarros, sorrisos e já era a minha melhor noite em semanas.
Aí ela aparece.
Passei a noite volvendo o pescoço para tras e pensando nas amabilidades que eu iria dizer pra ela. Eu praguejava as barbaridades dentro da garrafa e em seguida eu bebia todos os insultos de volta misturados com a cerveja.
No fim, paguei R$17,00 pra ficar três horas e meia no mesmo quilômetro quadrado de alguém que não suporto. Paguei com uma nota de 50 e com o troco vou fazer uma camisa engraçadinha com os dizeres:
"Murphy Loves You"
3 comentários:
Que ocorreu? Eclipsou-se o comentário do Paulo???
Putz, eu era pra ter ido, mas no final bateu uma preguiça tamanho GGG.
Não fiques assim, Fabrício, mulheres, namoradas, ex, relacionamentos, tudo isto é precisamente cientificamente concebido ao pormenor para nos desestruturar (ainda mais) o sistema...
Anyway, lança mesmo essas camisetas de Murphy. É lucro grantido, há alturas em que todos nós as deveríamos usar!
Pois é.. obliterou-se hehehe
É velho. Shit happens. Principalmente quando a questão são os relacionamentos.
Para a camisa, sugiro a imagem daquele simpático macaco de pelúcia que também tinha o nome Murphy - se não estou enganado...
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