Para mim, ele era o meu artista preferido quando criança. Costumava pegar os discos emprestados dos irmãos para fazer fitas com os meus hits preferidos. E ouvia sem parar. E os seus clipes? Os melhores! Quem não se lembra de Bad, Billie Jean, Beat It, Thriller? Eu morria de medo do clipe de Thriller. Me escondia toda vez que passava na televisão...
Lembro do desenho animado dos Jacksons, onde Michael e os irmãos desvendavam os mais inusitados mistérios. O seu ratinho, que morava no seu cabelo black power, era impagável. Havia tembém um game para Mega Drive: Moonwalker! Diferente do filme estranho, o jogo era muito divertido.
Vimos Michael se trensformar no rei do pop. Vimos mudar de cor. Vimos acusado de pedofilia. Vimos se deformar. Vimos casar, ter filhos e separar-se. Vimos balançar seu bebê na sacada de um prédio. Vimos envolvido com escândalos fiscais. Vimos ir à falência. Vimos vender o seu parque de diversões (ou perversões), Nerverland.
Não quero defende-lo dos seus defeitos. Não sei até hoje se ele não abusou daquelas crianças. Não sei se ele era bom da cabeça. Ele sofreu demais pelo sucesso precoce dos Jackson 5. Levava surras do pai, não tinha tempo para brincar, para ser criança. Tinha a mente atormentada.
Mas também o vimos cantar, dançar e brilhar como ninguém nunca fez. E por isso que sempre sentiremos saudades dele.
2 comentários:
Na verdade me bate um sentimento de culpa Às minhas piadas sobre ele e uma ira incontida contra aquele clipe do Eminem
curto e grosso, paulo. excelente!
Postar um comentário